quarta-feira, novembro 08, 2006

rolam-me lágrimas (verdadeiras)
fazem comiçhão no nariz ao passar
gotas de água (são torneiras)
sabem a fel e a mar.

e nem sei porque estou a chorar...

2 comentários:

Priscila Santos disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Priscila Santos disse...

sinto que quando comento
fecho este poema so para mim,
sinto-me egoista em dizer que sei
porque choras, porque nao sei.

sinto-me orgulhosa ao dizer que senti
o que escreveste como se fosse meu
o sentimento que roçava no meu nariz.

mas corta-me a humildade ao faltar
as palavras que se traduziram
num sorriso de empatia que agora fiz.

sinto a coragem que cresce ao dizer
no meu mais intimo coraçao vibrado
que a onda que bate, que esta a crescer
no teu coraçao grande e revoltado
eh obra do meu espirito endiabrado
a rebater ,em ti a bater,
rebater inacabado.