A mais difícil poesia
É a insatisfação da apatia
A conformidade em agonia
Não se escrever como soía
O menos que se fazia
Era mais do que parecia
O tempo passar em anos em vez de dias
Estar descontente
e nem conseguir desancar uma folha de papel
Internu
segunda-feira, dezembro 13, 2010
sexta-feira, fevereiro 19, 2010
Abraça-me na poesia do olhar (Oxalá)
Abraça-me na poesia do olhar
Morde-me no regaço do teu beijo
Lança-me desamparado ao ar
Roça-me a barba num gracejo
Casa-me contigo num momento
Leva-me daqui pra muito longe
Junta-me a ti e ao teu tormento
Quebra-me o hábito de monge
Corríamos acelerando vertigens
Galgávamos tontos origens
Cantávamos para cá e para lá
Encontrámos as verdes pastagens
Desfrutámos de fortes imagens
Eternamente juntos. Oxalá!
quinta-feira, outubro 22, 2009
domingo, dezembro 30, 2007
Ninguém
Hoje eu sou.
Penso em que linhas tortas meus neurónios redigirão
Escrevo palavras mortas que meus sentidos renegarão
Hoje eu vou.
Passar a realidade e viver no mundo da fantasia
Jogar correr brincar como antigamente fazia
Hoje eu dou.
Dinheiro que significa nada mais do que papel
Horas dias coração gastas com sabor a fel
Amanhã tu és.
Parte de mim. Mas só amanhã.
Penso em que linhas tortas meus neurónios redigirão
Escrevo palavras mortas que meus sentidos renegarão
Hoje eu vou.
Passar a realidade e viver no mundo da fantasia
Jogar correr brincar como antigamente fazia
Hoje eu dou.
Dinheiro que significa nada mais do que papel
Horas dias coração gastas com sabor a fel
Amanhã tu és.
Parte de mim. Mas só amanhã.
segunda-feira, setembro 17, 2007
O mundo é um lugar vazio
Desprovido de sentimentos, frio
O mundo é uma história triste
Mesmo depois de acabada, resiste
O mundo é uma cabala contra mim
Se eu outro fosse, também seria assim.
O mundo é uma ferida aberta
De onde jorra sangue, de maneira certa.
O mundo é uma palavra que acaba em ó
Mas nem por isso se compadece, ou mostra dó.
O mundo gira e volta a girar
Voltando ao mesmo sítio, não há volta a dar.
O mundo é subversivo e adultera o sentido
E eu nem me importo, desde que não seja comigo.
O mundo é bicolor e bipartido
Se não votas em mim, és o meu inimigo.
O mundo é tudo isso e coisa nenhuma
Pois de todos os seres a sorte é só uma.
Desprovido de sentimentos, frio
O mundo é uma história triste
Mesmo depois de acabada, resiste
O mundo é uma cabala contra mim
Se eu outro fosse, também seria assim.
O mundo é uma ferida aberta
De onde jorra sangue, de maneira certa.
O mundo é uma palavra que acaba em ó
Mas nem por isso se compadece, ou mostra dó.
O mundo gira e volta a girar
Voltando ao mesmo sítio, não há volta a dar.
O mundo é subversivo e adultera o sentido
E eu nem me importo, desde que não seja comigo.
O mundo é bicolor e bipartido
Se não votas em mim, és o meu inimigo.
O mundo é tudo isso e coisa nenhuma
Pois de todos os seres a sorte é só uma.
sábado, dezembro 09, 2006
Alone
Alone
in dark hours music comes from silence
thoughts emerge from sheer solitude
your body imprisoned in quiet servitude
and every muscle moves in compliance
in dark hours music comes from silence
thoughts emerge from sheer solitude
your body imprisoned in quiet servitude
and every muscle moves in compliance
Subscrever:
Mensagens (Atom)