segunda-feira, setembro 11, 2006

Exausto de sentir fecho os olhos
para os abrir novamente segundos depois
num intermitir de carícias ausentes
e indefinições presentes.

Se não escrevo o que se me passa afundo
Varre-se-me para retornar num segundo
O meu pensamento é uma anémona
Chutada para cá e para lá sem que se lhe toque.

Vagas do mar, correntes do rio
levem-me, vejam, estou preso num fio.
Ondas da praia, remoinhos de areia
puxem, arranquem, estou preso na teia.

2 comentários:

Priscila Santos disse...
Este comentário foi removido por um gestor do blogue.
Priscila Santos disse...

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